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Visto de cima - Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha

por Mäyjo, em 13.06.18

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O Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha, Espanha, têm 2650 espelhos heliostáticos que concentram a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre central de 140 metros.

O sal fundido circula então da torre para um tanque de armazenamento, onde é usado para produzir vapor e gerar eletricidade.

No total, a instalação substitui aproximadamente 30000 toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano.

 

Fonte da imagem: DigitalGlobe

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publicado às 20:03

Plataformas petrolíferas

por Mäyjo, em 12.06.18

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Várias plataformas petrolíferas situam-se nas águas do delta do rio Yangtze, no leste da China.
Desde 2015 que a China é o segundo maior país consumidor de petróleo do mundo, a seguir aos Estados Unidos.
A sua população consome pouco mais de 12 milhões de barris de petróleo por dia, ou seja, 13% do total mundial.
 
Fonte da foto: DigitalGlobe

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publicado às 19:56

É preciso reutilizar mais água!

por Mäyjo, em 08.07.17

etar

Numa altura em que 73% do território nacional se encontra em estado de seca severa e 7% em seca extrema, sentem-se ainda mais os efeitos de não reaproveitarmos as águas residuais das estações de tratamento (ETAR)

 

A ZERO analisou os últimos dados disponíveis – referentes a 2015 – e constatou que apenas 1,2% dessas águas era reutilizada, pelo que existe um trabalho muito importante que de ver feito a este nível. A média na EU encontra-se actualmente nos 2,4 %, cerca do dobro, mas a meta é chegar aos 15% muito em breve. E Portugal tem todo o interesse em cumprir pelo menos com esse objectivo, visto ser um dos países mais vulneráveis às alterações climáticas e a fenómenos cada vez mais recorrentes de escassez e seca, como a que agora se verifica.

Segundo o índice de escassez – o WEI+ (Water Exploitation Index) da ONU, desenvolvido para avaliar o stress hídrico a que se encontra sujeito um território, as bacias hidrográficas dos rios Leça, ribeiras do Oeste, Tejo, Sado, Guadiana e ribeiras do Algarve, encontram-se na categoria de “escassez severa”, regiões que consomem entre 20% a 40% dos seus recursos renováveis.

Por isso é menos compreensível ainda que estas águas não sejam aproveitadas para, por exemplo, rega na agricultura, a lavagem de pavimentos e de viaturas, a lavagem de contentores de resíduos sólidos urbanos e ecopontos, a rega de espaços verdes urbanos, a recarga de aquíferos ou mesmo a reabilitação e criação de zonas húmidas.

Para a Zero, a reutilização de das águas devia fazer “parte do processo de gestão das ETAR”. A legislação nesta área também deveria ser revista, visto que ainda “subsistem algumas omissões legislativas no regime de utilização dos recursos hídricos que não facilitam as iniciativas dos promotores destes sistemas, devido a obstáculos e demoras na obtenção de pareceres favoráveis das autoridades competentes”. E finalmente, seria também importante existir uma “articulação entre os Ministérios do Ambiente e da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, já que existe um potencial de 35 000 a 100 000 ha de áreas agrícolas que poderiam vir a ser irrigadas com recurso a águas residuais tratadas, promovendo assim a reciclagem de nutrientes, entre os quais o fósforo  (nutriente não renovável)”.

Do estudo da Zero ao Relatório Anual dos Serviços de Água e Resíduos de Portugal (RASARP) resulta então que somente 23 entidades gestoras têm por prática reutilizar as águas residuais tratadas e entre elas destacam-se:

“As Águas de Lisboa e Vale do Tejo (agora dividida em Águas do Vale do Tejo, Águas do Tejo Atlântico e Simarsul), que reutilizou 3,6 milhões m3, isto é, 1,5%, tendo tratado 97% da água que é recolhida. O Município de Ourém, que reutilizou 118 mil m3, ou seja, 8,9% do total da água tratada (ressalvando-se que trata apenas 65% da água recolhida no Concelho de Ourém). Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra, que reutilizaram cerca de 384 mil m3, o que representa 7,9% do total das águas tratadas (mas trata apenas 15% da água recolhida no Concelho de Sintra). Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada, que reutilizaram 332 mil m3, o que equivale a 2,3% do total da água residual recolhida que foi alvo de tratamento. Todavia, a entidade que mais se destaca pela eficiência é a empresa pública Águas do Algarve, que reutilizou no ano de 2015 cerca de 1,5 milhões m3, um valor que representa 3,5% do total das águas residuais que foram sujeitas a tratamento nas ETAR. De acordo com os dados fornecidos pela empresa, 735 mil m3 são utilizadas internamente na lavagem de equipamentos e na rega de espaços verdes, sendo esta prática adotada em 13 ETAR (Almargem, Vila Real de Santo António, Loulé, Quinta do Lago, Vilamoura, Olhão Nascente, Faro Noroeste, Albufeira Poente, Ferreiras, Vale Faro, Boavista, Silves e Lagos). Mas a água residual tratada é também fornecida a entidades externas, como a Sociedade Hoteleira São Lourenço, à Infraquinta (empresa do Município de Loulé que gere os serviços urbanos da Quinta do Lago) ou à Herdade dos Salgados, o que perfaz um volume reutilizado de cerca de 770 mil m3. De salientar que a empresa trata 99,9% das águas residuais que dão entrada nas ETAR sob sua gestão.”

Foto: Câmara Municipal de Amarante

 

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publicado às 06:14

PAPEL USADO PODE SER TRANSFORMADO EM FLUIDO LÍQUIDO PARA ISQUEIRO MAIS SUSTENTÁVEL

por Mäyjo, em 30.06.17

jornais_SAPO

Os fluidos líquidos são úteis para recarregar isqueiros ou ajudar a acender um churrasco, mas não são o produto mais ecológico do mundo. Pelo contrário: ele é feito de petróleo e liberta gases tóxicos ao queimar.

 

Para contornar este problema, uma equipa de cientistas de Hong Kong e da Hungria está a desenvolver o que pode ser uma solução mais verde: um fluido líquido limpo feito de papel usado e sem utilidade.

Liderados por István T. Horváth, da City University de Hong Kong, os pesquisadores começaram por usar papel usado e papel de jornal, utilizando ácido sulfúrico como um catalisador e convertendo-o em ácido levulínico e ácido fórmico. Estes, por sua vez, são transformados num composto conhecido como gama- valerolactona (GVL).

Segundo o Gizmag, a GVL pura não cria fumos tóxicos – quando foi usada como combustível em lâmpadas, durante horas numa pequena sala, não criou fumo ou odores. Ao contrário, por exemplo, das lâmpadas a querosene, que são muito usadas nos países em desenvolvimento e são uma das principais fontes de problemas de saúde.

E sim, o GVL também é um acelerador de fogo eficaz quando adicionado ao carvão. Embora funcione muito lentamente na sua forma pura, ele pode inflamar o carvão dentro de poucos segundos, se combinado com o etanol. Em testes de laboratório, verificou-se que uma mistura inflamada de 90% de GVL e 10% de etanol libertou 15% menos compostos orgânicos voláteis que os fluidos líquidos mais tradicionais.

A descoberta foi publicada no jornal ACS Sustainable Chemistry & Engineering.

Foto: Matti Mattila / Creative Commons

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publicado às 12:33

OS 33 PAÍSES QUE TERÃO FALTA DE ÁGUA EM 2040

por Mäyjo, em 28.06.17

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A Espanha é um dos 33 países que terão escassez de água já em 2040, à medida que as alterações climáticas alteram os padrões tradicionais da chuva e o aumento populacional pressiona os recursos naturais sensíveis: como a água.

 

Segundo a análise da organização sem fins lucrativos World Resources Institute (WRI), publicada na Vice, um quinto dos países do globo – trinta e três – passarão por grandes dificuldades para conseguir ter água potável já dentro de 25 anos.

Na Europa, Espanha, Grécia, São Marino, Macedónia, Arménia, Turquia são os países mais pressionados. A região mais vulnerável, porém, é o Médio Oriente, uma vez que 14 dos 33 países da lista são desta região. Em nove deles, a seca será extrema: Bahrain, Kuwait, Palestina, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Israel, Arábia Saudita, Omã e Líbano.”

“A região tem desafios excepcionais ligados à gestão da água num futuro breve”, explica o relatório.

Entre os países que também correm perigo de seca estão os Estados Unidos (na foto, a seca na Califórnia), China ou Índia. No entanto, eles não fazem parte da lista, tal como acontece com a Austrália, Indonésia, Filipinas, Mongólia, Namíbia, África do Sul, Botswana, Peru, Chile e vários países do norte de África.

 

Foto: bluesbby / Creative Commons

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publicado às 12:30

Sapatilhas sustentáveis

por Mäyjo, em 13.06.17

foto_1ADIDAS CRIOU SAPATILHAS FEITAS COM LIXO OCEÂNICO E REDES DE PESCA ILEGAIS 

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publicado às 11:07

Campos de flores de canola

por Mäyjo, em 28.04.17

 

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Luoping County, China

24 ° 53'06 "N 104 ° 18'29" E

 

Os campos de flor de Canola cobrem a paisagem do concelho de Luoping, China.

A cultura é cultivada para a produção de óleo, que é extraído por um ligeiro aquecimento e, em seguida, esmagando as sementes das flores. O óleo de canola é usado principalmente para cozinhar e como fonte de biodiesel.

 

 

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publicado às 00:24

Safe Bristolia / Wilhunter

por Mäyjo, em 21.04.17

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Porto de Gdańsk, Polónia

54°22′50″N 18°39′30″E

 

Uma plataforma de petróleo offshore e um navio de acomodação são encaixados no porto de Gdańsk na Polónia. A plataforma de petróleo - Wilhunter - é projetada para perfurar poços no mar até 25.000 pés de profundidade, a fim de extrair petróleo e gás natural. O navio de alojamento - Safe Bristolia - é o lar de até 587 pessoas enquanto estão trabalhando numa plataforma.

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publicado às 23:49

Mina de urânio

por Mäyjo, em 20.04.17

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Arlit, Níger

18°44′N 7°23′E

 

Mina de urânio em Arlit, Níger.

A geração nuclear francesa, bem como o programa francês de armas nucleares, dependem do urânio extraído da mina - mais de 3400 toneladas por ano.

 

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publicado às 23:45

Lagoas de crescimento de microalgas

por Mäyjo, em 18.04.17

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Kailua-Kona, Havaí, EUA

19,726648398 °, -156,053648787 °

 

As lagoas de crescimento contêm várias espécies de microalgas - uma planta microscópica - em Cyanotech em Kailua-Kona, Havaí, EUA.

A empresa utiliza microalgas para desenvolver uma série de produtos, tais como corantes alimentares.

As microalgas, em geral, produzem aproximadamente metade do oxigénio atmosférico do planeta e, simultaneamente, usam o dióxido de carbono do gás de efeito estufa para crescer usando a fotossíntese.

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publicado às 23:24


Este blog disponibiliza informação com utilidade para quem se interessa por Geografia. Pode também ajudar alunos que por vezes andam por aí desesperados em vésperas de teste, e não só, sem saber o que fazer...

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